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 Notícias

24/05/2012

Campanha Salarial: Cagece não muda postura e segunda rodada de negociações tem avanços tímidos

A segunda rodada de negociação da campanha salarial dos trabalhadores da Cagece, realizada nesta terça-feira (22/05), seguiu a mesma tendência da reunião anterior: avanços bem aquém do esperado e muitas dificuldades impostas pela empresa. A comissão de negociação da Cagece trouxe propostas de melhorias para apenas sete cláusulas.
A nova proposta de reajuste salarial da empresa apresentou uma evolução muito tímida: 6%. A Cagece apresentou também uma nova proposta de reajuste do vale-alimentação, aumentando o valor para R$ 594,00. O Sindiagua reivindicou a concessão de 25 vales, perfazendo o total de R$ 675,00.
Em relação ao plano de saúde, a Cagece propôs adotar a mesma modalidade que está sendo estudada para a administração direta do Estado. Através deste novo modelo, o Governo contrataria uma única empresa operadora do plano de saúde para atender todos os servidores estaduais. Segundo a Cagece, o objetivo do Governo seria baratear o custo individual do plano. No entanto, para isso, seria contratada também uma empresa administradora de benefício que funcionaria como intermediária entre o plano e os servidores. O Sindiagua manifestou posição contrária. Para o presidente do sindicato, com um intermediador, a tendência é aumentar os custos. Além disso, a saúde do trabalhador ficaria nas mãos de uma empresa privada, que poderá influenciar inclusive nos aumentos das tarifas cobradas. Para o empregado aposentado por invalidez, a Cagece propôs custear o plano de saúde por três anos a contar da sua aposentadoria. O Sindiagua reivindicou 6 anos.
Em relação ao PSS, ficou encaminhado que a empresa manterá a comissão especial composta pela Companhia e o Sindiagua para, no prazo de 90 dias, concluir estudo referente ao plano que será apresentado à diretoria.
Sobre o PCR, a Cagece informou que a empresa que elaborou o plano apresentou a proposta de valor para dar início à revisão. No entanto, a Companhia se negou a apresentar um prazo para conclusão da revisão. O Sindiagua lembrou que a Cagece descumpriu o último acordo coletivo ao não encaminhar o processo de revisão do PCR e alertou ser impossível fechar um acordo sem haver um condicionante que garanta o prazo de conclusão.
Ao final da reunião, o Sindiagua também manteve pendente todas as outras cláusulas que não foram discutidas na reunião e ressaltou que, para a categoria aprovar o ACT, é preciso que a Cagece mude de postura e demonstre real interesse em atender as reivindicações dos trabalhadores, especialmente em relação às cláusulas referentes ao reajuste salarial, plano de saúde, vale-alimentação, cesta básica, PCR, titulação e auxílio-creche.
Além de Jadson Sarto, participaram da reunião pelo Sindiagua: Linaide Crispim, Sergio Novais, Marcus Vinícius, Haroldo Ribeiro, Antônio de Oliveira, o advogado Eduardo César e o consultor em assessoria atuária, Thiago Soares. Thales Chaves e Thomas de Castro também participaram da reunião a convite do Sindiagua. Uma nova rodada de negociação será agendada pela Cagece. O Sindigua cobra celeridade.

A ata da reunião está disponível no último informativo do Sindiagua que você pode ler ao clicar aqui.

 

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