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 Notícias

12/02/2009

PLR 90,29% - SINDICATO DEFENDE ÍNDICE MAIOR

O pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de 2008 aos trabalhadores da Cagece foi um dos temas discutidos na segunda-feira, dia 9, pelo Sindiagua com o presidente da empresa, Henrique Vieira, em audiência solicitada pela direção da entidade. Na ocasião, o coordenador-geral do Sindiagua, Jessé Pimentel, os diretores Antônio de Oliveira e Francisco de Assis Pereira e, ainda, o delegado sindical Flávio Rocha defenderam a reavaliação do índice anunciado pela companhia, de 90,29%. Lembraram o esforço coletivo dos cagecianos para o alcance do bom desempenho nas atividades da empresa.

Henrique Vieira considera a PLR resultado do trabalho de um "time, uma equipe", mas que caberia a todos os trabalhadores da Cagece o dever de cobrar dos gestores o desempenho de tarefas que possibilitariam a elevação dos ganhos da PLR no item relacionado ao Gerenciamento de Resultados.

Cagece nega que mudanças prejudicaram Gerenciamento de Metas

O contrário da PLR de 2007, quando o índice superou os 95%, no ano de 2008, apesar dos esforços desenvolvidos, os cagecianos receberão um percentual menor, ou seja, 90,29%. Isto se deve ao alcance de forma parcial da meta Gerenciamento dos Resultados, que representa 15% do índice, onde no ano passado em alguns meses o sistema não foi alimentado nas datas previstas.

De acordo com o presidente da empresa, a tarefa de alcançar e cobrar os resultados que contribui para o índice da PLR, é de todos os cage-cianos, inclusive terá o seu apoio aquele que buscar o diálogo com os gestores, na tentativa de acompanhar o alcance das metas definidas.

Na audiência com a presidência, foram registrados pelo Sindiagua alguns fatos que geraram dificuldades para que a meta Gerenciamento dos Resultados tenha sofrido interrupção, dentre elas: as mudanças de datas no decorrer do ano e ainda o travamento do sistema no momento dos lançamentos dos dados. O presidente não acolheu esta defesa, justificando que os prazos necessários foram disponibilizados.

LICITAÇÕES NA

PRIMEIRA MARCHA

Outro fator que teria provocado a redução da PLR foi a falta de material para a realização das atividades básicas da Cagece, tais como tubos e conexões. Isso ocorre devido a pouca celeridade em licitações realizadas no governo Cid Gomes e ocasiona atrasos em serviços de ampliação da rede de água e esgoto, ligações de água e esgoto e na retirada de vazamentos. O alcance das metas também tem sido prejudicado pela curta vigência dos contratos de prestação de serviço, via de regra com prazos de 90 dias. Com isso, o trabalho prestado pelos terceirizados sofre constantes interrupções, podendo afetar inclusive a qualidade do serviço prestado.

 

PAGAMENTO NESTE MÊS

Na reunião, o Sindicato solicitou que a PLR, com previsão a ser paga até o fim de março, seja antecipada para este mês. A empresa prometeu estudar a possibilidade de atendimento do pleito.

CÁLCULO DA PLR

De acordo com o parágrafo primeiro da cláusula 31ª do ACT 2008/2009, o percentual da PLR incidirá sobre: salário, diferença jornada, gratificação de função, gratificação de representação, anuênio, insalubridade, peri-culosidade, horas extras, adicional noturno, além de outras verbas contidas na cláusula do Acordo, que se encontra no site do Sindiagua.

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UNIMED

Diferenças nas mensalidades serão pagas em quatro vezes

Desde o mês de outubro do ano passado, as mensalidades da Unimed sofreram reajuste de 5,45%, com as mensalidades na modalidade Enfermaria passando para R$ 106,61 e na modalidade Apartamento ficando em R$ 143,92.

A novidade agora é que, em atendimento a pleito formulado pelos dirigentes do Sindiagua, a diferença a ser paga para a Unimed do reajuste retroativo a outubro será descontada em quatro parcelas, isso para o trabalhador da Cagece com dependentes.

Assim, a primeira parcela pelo pagamento da mensalidade dos dependentes começa a ser descontada no final deste mês de fevereiro.

Promotoria de Iguatu convoca nova negociação para 30 de março

A audiência realizada na última quinta-feira, dia 5, na Promotoria de Justiça de Iguatu, visando à recuperação das perdas salariais dos servidores do Saae do Município, contou com a intermediação do promotor Erbeth Gregório. Pelo Sindiagua, compareceram o coordenador-geral da entidade, Jessé Pimentel, e o diretor Francisco Lopes. Já a autarquia foi representada pelo assessor jurídico e pelo diretor Edval Lavor.

A expectativa do Sindiagua e dos servidores é de que as perdas salariais, que já chegam a 16,24%, sejam corrigidas. Além da reposição salarial, o promotor reforçou a proposta da entidade relativa à concessão de reajuste no valor do vale-alimentação, passando de R$ 250,00 para R$ 400,00, ao mês. Na ocasião, os representantes do Saae se comprometeram a estudar uma forma de atendimento das demais reivindicações.

Na audiência, a Promotoria de Justiça de Iguatu mostrou-se sensível às causas dos servidores, defendendo que o assunto precisa ser resolvido com maior agilidade pela administração. Nova negociação ficou marcada para o dia 30 de março próximo, quando se espera que á administração municipal de Iguatu apresente uma proposta que contemple os servidores do Saae.

 

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